Está aberto o processo de negociação das comissões na Câmara dos Deputados, nas composições se evidenciam as prioridades de pautas política das bancadas. Após a atordoada gestão de Feliciano a frente da comissão de direitos humanos, onde ficou cristalizada a tamanha disputa que temos a travar na sociedade, os conservadores se articulam para se manter na comissão. O nome da vez é o conhecido de todos, grande defensor do regime militar entre outras barbaridades, Jair Bolsonaro (PP-RJ).
O PT abrir mão de priorizar os Direitos Humanos, mais uma
vez, é jogar no lixo suas bandeiras e seus valores. É dizer que as atrocidades
que revoltam o país todos os dias, como o caso Amarildo, aumento no número de homicídio
contra homossexuais, o extermínio da juventude negra, as questões dos povos tracionais,
entre outros temas tem pouco valor e podem ser trocados.
Não priorizar a indicação da presidência desta comissão é
não compreender os limites claros que temos na promoção da igualdade no Brasil.
O mais triste é que o PT tem entre seus deputados quadros históricos defensores
dos direitos humanos com plenas condições de executar um belo trabalho na comissão.

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