sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Nota da Juventude do PT em apoio à greve dos rodoviários de Porto Alegre





A juventude do PT vem a publico demonstrar seu apoio à greve dos rodoviários de Porto Alegre! A bancada de vereadores do PT, em dialogo permanente com os RodoCUT e a JPT protocolou projetos que mudariam a cara do Transporte público na cidade, como a criação do Fundo Público de Transporte Urbano (FPTU), do Sistema Integrado de Bilhetagem de Transporte Urbano (SIBTU) e  instrumentos de transparência e controle social da gestão, além da reestruturação do Conselho Municipal dos Transportes.
Mesmo após as manifestações de Junho e Julho, que colocaram a pauta da Mobilidade Urbana e do Transporte Público no centro da discussão política, o governo Fortunati e sua base na câmara de vereadores se mostraram insensíveis à pauta, com promessas vagas de licitação que nunca se concretiza.
O ataque aos Trabalhadores da CARRIS, e dos três consórcios privados, que reúnem 12 empresas, é feito conjuntamente pela prefeitura, pelos empresários e pela imprensa, que insiste em exigir aumentos da tarifa para reajustar os salários, o que os dados do DIEESE demonstram ser uma falácia: A tarifa aumentou o dobro do salário nos últimos anos! Em 2013 a juventude gritou: “O motorista, o cobrador, me diz aí se seu salário aumentou”. A greve vem nos demonstrar a resposta dos Rodoviários: ”Não, não aumentou!”, Só o que aumenta é o lucro do empresário!

Juventude do Partido dos Trabalhadores de Porto Alegre

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Expondo o contraditório


Este vídeo mostra uma experiência de "rolezinho" em 2000, feito por uma comunidade a um shopping na zona sul do Rio.

Nele podemos ver de maneira nítida a barreira territorial que temos no país imposta pelo poder econômico.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A caça ao “Rolezinho” é o apartheid brasileiro




  Neste final de semana, 11, vimos mais uma cena de jovens sendo expulsos de forma violenta de um Shopping Center, desta vez foi em São Paulo. Após marcarem pela internet um evento chamado “rolezinho” dezenas de jovens, maioria da periferia, se encontraram no shopping JK Iguatemi. Porém acabaram “causando medo” nos lojistas e frequentadores.  Para conter a situação a administração resolveu chamar a polícia militar que retirou os jovens a cacetadas e balas de borracha.

  Os “rolezinhos” podem ser compreendidos como uma forma de protesto através da ocupação de espaço. Estes shoppings, alguns próximos às comunidades, são tomados por uma juventude que por sua vez vive em lugares que não contém espaços de lazer e cultura. A massificada mobilização demonstra a insatisfação. 

  Mesmo essa juventude, filha da nova classe trabalhadora, tendo acesso a bens de consumo expõe na ocupação de território o abismo social que temos no país.

  A criminalização destes jovens pela sua origem social, sua cor e sua cultura funk, assegurado pela justiça denotam um novo apartheid. Pois foi a justiça, tomada por uma compreensão elitista, quem permitiu que a entrada no shopping pudesse ser selecionada, logo restringindo o acesso aos pobres e negros. Estes jovens foram expulsos sem praticar nenhum ato de violência, sua simples presença já os tornava um perigo em potencial.

  É nesse cenário que vemos o quanto temos a caminhar para a promoção da igualdade racial, combatendo o racismo institucional que fere e mata todos os dias dezenas de jovens negros.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Sobre a violência no Maranhão...

As cenas da degola no presídio e da menina de 6 anos que morreu com o corpo queimado chocaram o Brasil. Mas infelizmente estas cenas não são uma exceção de brutalidade. A banalização da violência é cotidiana em resposta a “banalização da miséria”.

As cenas que horrorizaram o país são resultado de décadas da falta do Estado ao povo maranhense. Lá somente as oligarquias têm seus direitos assegurados.

O que impera é o coronelismo da família Sarney sustentado pela miséria, violência, péssimas condições de educação e trabalho e falta de democracia. Fazendo do estado o com os piores indicadores sociais do país.

Quando lhe falta tudo a vida já pouco vale.

É necessário construir um novo período para o Maranhão que traga desenvolvimento garantindo qualidade de vida para a população.

O PT já não pode ignorar que sustentar o governo de Roseana é ignorar as vidas perdidas.

Logo se faz necessário derrotar os Sarney. Espero que o PT no Maranhão feche com Flávio Dino, garantindo a construção de uma alternativa com base programática, capaz de vencer as eleições levando a esperança da mudança para o povo maranhense